17 years alive, 16 birthdays without a lot of surprise in thinking about how fast my life is turning into memories. As a child, dreamed of being an adult. Now that it is sooo close, time to realize there’s no reason for such excitement after all. Plans kept for a lifetime that I should have worked on while it was still reasonable, and now there’s no time left! The future is now, and it’s all about renovation! (Cliché!!!) Mostly in bad ways, dare I say. I’m feeling wasted, with spots worth tons of enjoyment and personal discovery left untouched; not to be remembered, as it never happened. And it didn’t.
My knots were left untightened, my dogs were still untamed, and everything I’m told to care about right now is going on. But it also seems to be the right thing to do! Maybe it’s not too late at all, but it’s matter fact I have one year reserved for making decisions. And things are not going as expected. It was to come out that I’d regret all of this, but I feel that somehow it will be worth it. Like I’m giving birth to something unknown every year, but only noticed now! And wow, how many things are involved! Like a big bubble being popped for each time I wake up about the things around me, I guess there are still many bubbles filled with truths waiting for me.
And maybe I really shouldn’t expect much, but I do! How can we be so sure about what to believe? I just think that life is short and we have to make the best out of every moment! (another suitable cliché, haha!) It`s not like it is so dark that we can`t trust ourselves to keep moving, we just got to try to make it through in our own way, and gosh, it`s not so hard to realize it, is it?
Being away from home makes me see that I have a place to belong, and surely it is not here. Cannot say where it is though, as I feel like I haven`t found it yet (:
Looking at all these words I wrote, I guess I`m just trying to say that I wanna go as slow as possible on my way to another October 8th…
tá caindo a ficha, vou pensar nessas 3 últimas semanas o que eu tive cerca de 6 meses para refletir :~
tudo ficando pra trás... é fato que a gente cansa desse dia-a-dia de mesmices, rotineiro, sempre as mesmas pessoas e as mesmas coisas, essa maldita inércia. mas a gente acostuma, e me imaginar fora dessa rotina é algo, de certa forma, assustador. é claro que, fugindo um pouco do drama, sempre tem uma coisinha ou outra que muda ou que é novidade. mas imaginar TUDO sendo mudado, tudo sendo novidade, realmente, é para poucos.
falar e se empolgar com ideias é algo extremamente simples - tem a base imaginária, fantástica, e a projeção do possível para fora de nossas mentes. mas quando vai chegando a hora, aí sim se começa a sentir um certo receio, a ironia do medo. mas nossa, algo para qual temos nos preparado há meses, como isso pode dar errado?
a questão não é dar errado, é sair fora do que planejávamos, e isso é exterior a nós.
a natureza é insaciável e imprevisível, mas dependemos da sorte para que as coisas sigam seu rumo.
pelo menos é o que dizem por aí...
será mesmo uma questão de sorte? o que definimos como sorte? a aleatoriedade de fatos ou o confronto de probabilidades de sucesso e fracasso? poisé, na minha opinião, tudo se baseia numa sucessão de fatos em que talvez realmente exista uma tal força maior, mas não podemos culpá-la por interferências no que planejamos.
16 anos esperando uma mudança significativa, e agora vem todo esse receio.
vemos um futuro brilhante, mas esse resplandecer não é conseguido sem rendimentos, aprendemos com os obstáculos, afinal.
pelo que devemos chorar? não sei, mas posso enumerar várias coisas pelas quais eu não choraria.
pela minha escola, pelo meu bairro, pela minha cidade, pelo meu país, pelo meu mundo. é claro que não chorarei pelo que é terreno, e é claro, também, que é mais fácil demarcar entre as coisas que envolvem nosso sentimental, ou talvez aquelas que relacionem estes dois planos, o tal do "valor sentimental".
voltando a basear-me na pergunta, pelo que eu possivelmente choraria? pelos meus pais, pelos meus amigos, pelas grandes histórias (seja lá onde forem imortalizadas!), por cumprir com o que eu esperava, e não com o que OS OUTROS esperavam.
vitórias, conquistas, derrotas. as emoções são nossa base para atitudes e capacidades, e não sei bem se chorar é algo que expõe momentos de fraqueza ou eternaliza nossas vitórias.
feliz por um lado, triste por outro, enfim, vai passar.
passar, e muito rápido, meu caro.
também me entristece pensar no tempo que nos parece estar em constante aceleração...
a gente cresce, amadurece, as coisas mudam, os outros envelhecem, e vamos, aos poucos, perdendo aqueles que nos fazem sorrir.
e perder não é necessariamente tão profundo e/ou dramático como sua essência, podemos tanto perder algo de vista quanto perder-lhe a existência. sendo um ou outro, é difícil.
com isso, acho que consegui pensar num título mais ou menos coerente com o que acabo de escrever.
e é engraçado como a postura mudou como se repentinamente!
fases. é o constante movimento, a constante mudança, ironicamente comparando-a à inércia anteriormente citada.
mudamos sem perceber, e sem querer. nosso corpo amadurece, deixamos para trás nossos traços, mas a maior mudança é, certamente, interna.
assim, inicio a demarcação de um período, no qual avaliarei minha mudança (não externamente, óbvio).
na maioria das vezes achamos que já somos bons o bastante, até que levamos uma pedrada na cara para repensarmos naquela tal fala clássica que, para a grande maioria, não tem um sentido explícito - só sei que nada sei.
sem mais delongas ou dramas. keep walking (:
semiautismo, procrastinação, decepções. a isso se resume o tempo passado desde o último post, e sim, podes presumir que não tenho muito do que falar.
sonhos. já falei sobre sonhos aqui? memória falha, cba pra ler as outras entries. enfim, aqueles nos quais nos refugiamos pra fugir de uma realidade escassa. uma estrada repleta de curvas entre o possível e o improvável, a qual enchemos de decorações enquanto por ela caminhamos. caminhar.. é realmente limitado assim, se queremos realmente chegar ao fim, porque não voar? já está na própria premissa - "alcance seus sonhos". muitos inalcançáveis, mas realmente dá uma idéia de algo bem acima de nós. já para os alcançáveis, sempre coagindo com a gravidade. uma grande virtude, fruto de tempos sombrios de solidez e desamparo.
e nossas mentes são capazes de sintetizar tudo isso, com imagens extremamente metafóricas, mas creio que por acaso. para quê viver, se há esse mundo "maravilhoso" bem aqui dentro? é aquela coisa né, alcançando os sonhos mais selvagens. para uns, situações bastantes radicais. para outros, a maravilhosidade reside na simplidez. eu não desejo algo mais maravilhoso que a própria vida, essa sim é a leoazinha feroz que me cede a garupa de couro.
o desafio que é viver o dia-a-dia, não é mesmo? quanto mais perto chegamos do que nos é bom, mais chato fica ter que aguentar até lá. já passamos por tudo, durante muito tempo, mas as coisas conseguem piorar. e isso só acaba alimentando cada vez mais a sede de mudança, o pensar de que algo melhor ME aguarda, e a satisfação por mais uma monotoneidade vencida. quanto mais alto chegamos, mais bela é a vista, mais resplandecente é o mundo. mas basta um escorregão, e podemos observar a proporcionalidade da queda.
queda livre. livre. a libertação consistirá mesmo em experimentar a não-preocupação? ultrapassar os limites? é, as consequências não são lá muito favoráveis, mas é válido quando já não se tem mais nada a perder. e mais uma vez, a gravidade nos ensina a lição..
enquanto escrevo, entra pela janela aquele típico cheiro do bolo queimando no fogão (literalmente!). sim, acredite, a decadência nos persegue, vindo inclusive dos problemas dos outros (:
os tempos de ouro estão por vir, a suplantar as marcas de uma era negra. o chão é testemunha de tudo que se passou e passa, o grande confinador destes segredos do conhecimento de várias eras e figuras.. aliás, elas são o segredo. ou talvez NÓS o sejamos :)
post scriptum: deja vu no sonho, caminhos a seguir, fome de novidades, há muito o que fazer. keep walking.
dias chatos, escola chata, pessoas chatas. sim, preciso de uma apimentada na minha vida. sábado, churrasco com pessoas do colégio, não me lembro de muita coisa. entre o que me vem à cabeça, está o chão molhado, pessoas caindo, pessoas morrendo, pessoas se esfregando, pessoas abstraindo... teve bom.
vícios. temos visões erradas sobre o que chegamos a considerar vícios. se vemos alguém bebendo ou fumando, porque já assumimos que ela tem vícios? e porque coisas mais simples não são vícios? comer, dormir, falar, andar, respirar... aprofundamento é um requisito essencial para chegar a conclusões, e, para conclusões sobre qualquer ser humano, temos que conhecê-lo muito bem, saber seus hábitos, gostos, desgostos.
mas a grande coisa é falar, não é mesmo? e falar mal. histórias boas não rendem capas de revistas, mas escândalos têm lugar reservado nas manchetes de grandes jornais.
e a cidade continua me deixando por baixo. ao menos o calor se foi, aparentemente. a distância me traz a preguiça e o desânimo, como prosseguir? se ao menos fosse possível ter tudo o que preciso por perto...
mas não culpo fatores genéticos ou religiosos, gosto da minha cidade. só não resido em sua melhor parte, e nem perto dela.
e vou cada dia mais me preparando para a grande experiência. 108 dias. 3 meses e duas semanas. louvadas estimativas e expectativas. quanto mais sonhamos com algo que já é praticamente certo de acontecer, maior é o desapontamento se não ocorre do jeito que esperávamos. e isso me rebate ao medo. medo do que ainda não conhecemos, medo das incertezas.
jogo tudo para o alto agora, que se encerre essa parte da minha vida para dar lugar a um novo início, em um novo outono, literalmente. equanto aguardo, o mínimo de esforço eu exerço para continuar carregando fardos até lá.
até lá..
e o que fazer quando o lá descer do trem? deixar tudo para trás, jogar as mágoas e ressentimentos ao vão do esquecimento.
a espera de um futuro brilhante, sendo a morte a única absoluta certeza. sim, um pleonasmo para enfatizar e não deixar dúvidas.
e assim, sigo em frente, de parada a parada em minhas abstrações.
keep walking.
restlessolá, o sol invade o seu quarto novamente, e descontas toda a sua inconformidade nas palavras.
decadência. não é a toa que pessoas se tornam milionárias por suas ideias. mas nem todas as ideias são realmente boas, e cai-me o exemplo na própria ideia que um grupo de pessoas (provavelmente entediadas e com desejo de inovar) tiveram de retirar o acento da palavra ideia. horrível, fracasso. e continuo na minha própria busca pela inovação, em melhores meios, obviamente.
lançar moda. o ser humano sempre em busca de se firmar e fazer história, se tornar memorável. e temos de nos basear nas ideias, afinal. nós as temos o tempo inteiro, mas o problema reside em sair do plano da ideia, exteriorizar o que passa pela nossa cabeça. e para mim é ainda pior, pois, além disso, existe o problema da memória.
16 anos, mas garanto que lembro de pouco mais de 1/3 do que vivi, tirando as situações de inconsciência. aliás, também lembro de uma boa parcela em sonhos lúcidos, mas não adianta muito, não é mesmo? afinal, voltamos ao problema do plano das idéias, fazer sonhos se realizarem...
é difícil ter sonhos realmente válidos quando a própria sociedade e seus padrões não nos influenciam. e depois, quando voltamos para o nosso interior em busca do que não conseguimos achar no mundo exterior, nos chamam de loucos.
loucura? adoro. afinal, qual deve ser a graça em ser normal? as novidades são baseadas na criatividade e ousadia, e novidade quer dizer fugir dos padrões. aonde está a 'normalidade' no meio disso tudo? também não faço ideia. talvez guardada para momentos em que surge aquela tal necessidade de "manter a pose", o que me dá desgosto.
porque as pessoas não podem ser tão impressionantes quanto aparentam ser em seus livros?
pergunta, perguntas. e assim vivemos, sempre em busca de respostas, que vão nos levando a mais e mais perguntas.
vamos a mais uma, da qual posso resumir todas as respostas possíveis em uma palavra. o que eu quero para a minha vida? curtição.
andando sempre em frente, ocasionalmente dando estrelas no caminho pra dar uma olhada rápida em como anda o passado.
cabeça em giros, tempestades artificiais. o corpo não responde mais como antes, e vamos envelhecendo.
mas claro, sem perder a tal "pose" - keep walking.
crazy